SÁBADO 21 NOVEMBRO, 21H30

CCVF
Pedro Melo Alves' Omniae Large Ensemble

Pedro Melo Alves bateria e composição

José Diogo Martins piano

Pablo P. Moledo contrabaixo

Mané Fernandes guitarra

João Miguel Braga Simões percussão

João Carlos Pinto eletrónica

José Soares saxofone alto

Albert Cirera saxofones

João Pedro Brandão saxofone alto e flauta

Clara Saleiro flautas

Frederic Cardoso clarinetes

Álvaro Machado fagote

Gileno Santana trompete

Xavi Sousa trombone

Ricardo Pereira trombone

Fábio Rodrigues tuba

Luís José Martins guitarra clássica

Luís André Ferreira violoncelo

Alvaro Rosso contrabaixo

Mariana Dionísio voz

João Neves voz

Diogo Ferreira voz

Pedro Carneiro direção

Omniae Large Ensemble
10,00 eur / 7,50 eur (c/d)

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Assinatura - todos os concertos
45,00 eur

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Pedro Melo Alves (n. 1991, Porto) é atualmente um dos músicos da nova geração do jazz mais destacados pela crítica especializada em Portugal. Com uma formação em piano e composição, este baterista e compositor tem vindo a desenvolver nos últimos cinco anos um percurso consistente e diversificado, multiplicado por várias das principais coordenadas da música contemporânea. Nos territórios mais próximos do jazz ou da improvisação, podemos destacar os grupos The Rite of Trio e o Omniae Ensemble (com que se apresentará nesta edição do Guimarães Jazz, em versão alargada) ou as colaborações com músicos como Luís Vicente (de cujo trio Melo Alves é membro), João Paulos Esteves da Silva ou a harpista Jacqueline Kerrod. A música eletroacústica é explorada tanto a solo como em formato colaborativo pelo baterista, que é também membro da banda de rock Catacombe e pontual compositor de bandas sonoras para teatro e dança e de peças de música contemporânea – a última foi o solo de marimba “SUPERMATRIX – you were born to fail”, comissariado pela Antena 2.


O Omniae Ensemble é originalmente um septeto liderado por Melo Alves e por ele utilizado ao mesmo tempo como um grupo de interpretação das suas composições e um coletivo de improvisação dirigida. Vencedor do prémio de composição Bernardo Sassetti em 2016, este projeto tem merecido aclamação nacional e internacional pela originalidade das suas paisagens sonoras invulgares e luxuriantes, sustentadas em orquestrações complexas e subtis e pelo fluxo orgânico da improvisação. No Guimarães Jazz, este septeto atuará em formato alargado para vinte e dois músicos e adaptado para uma instrumentação invulgar composta por um núcleo principal de madeiras, metais e cordas (bateria, piano, contrabaixo, guitarra, saxofone, flauta, clarinete, fagote, trombone, trompete, tuba e violoncelo) complementado por uma secção de vozes e percussão eletrónica dirigida pelo prestigiado percussionista e maestro Pedro Carneiro.


Esta atuação, que encerrará a edição de 2020 do festival, marcará assim a estreia absoluta de um projeto musical ambicioso de um músico e compositor heterodoxo, criador de uma música alinhada com as tendências estilisticamente desterritorializadas da música global do século XXI e que, independentemente das considerações acerca das suas características formais, sugere a vontade de construir uma identidade musical própria capaz de atingir níveis superiores de ressonância emocional e estética.