QUARTA 18 NOVEMBRO, 21H30

CCVF
Projeto Sonoscopia / Guimarães Jazz

Gustavo Costa percussão

Miguel Carvalhais computador

Pedro Tudela computador

Rodrigo Carvalho visuais

Projeto Sonoscopia / Guimarães Jazz
7,50 eur / 5,00 eur (c/d)

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Assinatura - todos os concertos
45,00 eur

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Nesta edição do Guimarães Jazz, a Sonoscopia propõe um quarteto multidisciplinar composto pelo duo de eletrónica digital @c (formado por Miguel Carvalhais e Pedro Tudela), o percussionista Gustavo Costa e o designer Rodrigo Carvalho a operar vídeo em tempo real. 


Miguel Carvalhais e Pedro Tudela colaboram como @c desde 2000, desenvolvendo música, arte sonora, instalações, e performances sonoras ou audiovisuais, tanto em nome próprio como em colaboração com outros artistas e músicos. O seu trabalho desenvolve-se por três abordagens complementares à arte sonora e à música digital (a composição procedimental, a música concreta e a improvisação) e tem sido apresentado, ao longo dos anos, em diversos contextos associados à arte contemporânea (exposições, performances multimédia, concertos, etc.) e formatos colaborativos. Carvalhais e Tudela são também os fundadores da Crónica, uma importante editora música eletrónica e promotora de cultura digital baseada no Porto.


Com um percurso diversificado na música contemporânea em inúmeras das suas expressões (death metal, rock, jazz, composição eletroacústica e improvisação, entre outras digressões), Gustavo Costa é reconhecido com um dos músicos portugueses mais relevantes e profícuos da sua geração. Baterista e compositor, foi fundador e colaborador de vários projetos seminais da cena experimental do Porto dos anos 2000, tendo ao longo desse período oportunidade para atuar e gravar com músicos influentes da música contemporânea tais como John Zorn, Jamie Saft ou Frtiz Hauser. Nos anos mais recentes, o trabalho de Gustavo Costa esteve sobretudo ligado ao coletivo da Sonoscopia, da qual é um dos cofundadores, em projetos que exploram a relação simbiótica do som com a tecnologia através de formatos intermediais, embora nunca tenha abandonado a composição eletrónica nem a prática da bateria, tal como comprovado pelo solo de percussão que acabou recentemente de editar.


Rodrigo Carvalho é um designer e artista intermédia do Porto e fundador do Openfield Creativelab. Focado sobretudo na interação em tempo real entre som, imagem e movimento, o seu trabalho foi apresentado em vários pontos do mundo em festivais dedicados à arte tecnológica e cultura digital.